Daltro Augusto

Post fixado

Sobre o que é este blog

Se existe uma questão complexa é sobre o que é este blog. Posso responder com convicção de que este blog de nada trata, pois posso responder com convicção que a minha causa é nenhuma causa. É dever de todo indivíduo maduro organizar e perseverar sobre seus próprios princípios, ideais, sobre seus próprios interesses. E é sobre eu mesmo que dissertarei acá. Sobre as coisas como eu experiencio, sobre as coisas como eu interpreto. Até mesmo caso um dia vejam uma postagem que trate da interpretação de algum autor sobre determinada obra, sempre mantenham-se atentos: não existe ideia formulada que não contenha por trás uma interpretação, uma sequência inestimável de eventos, ações, toda uma série empírica de fatos. Na verdade, você estaria lendo uma interpretação sobre interpretação, e isso é aplicável exponencial e infinitamente a qualquer juízo de valor.

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Analisando a Raiblocks em detalhes

Essa é uma tradução de um artigo original da @ipa-news, presente em https://steemit.com/crypto/@ipa-news/raiblocks-analysis-in-detail.

RaiBlocks é designado a ser uma criptomoeda sem latência e com alta velocidade de transferência.
Imagem: FTReporter.com

A Raiblocks foi uma das novas surpresas que encerraram o ano de 2017. Saiu da obscuridade para ser uma das maiores 20 criptomoedas do mundo (por capitalização de mercado) em um único mês! A moeda é frequentemente comparada ao IOTA (abordada no artigo desse link) por também estrelar a DAG (Directed Acyclic Graph) em oposição à blockchain tradicional.

 

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Uma resposta ao texto “Inviabilidade do Capitalismo sem um Estado”

Liberstad, projeto de sociedade anarco-capitalista.

Liberstad, projeto de sociedade anarco-capitalista.

O presente post tem como objetivo responder de forma sistemática, robusta e final ao texto Inviabilidade do Capitalismo sem um Estado, de autoria de Hugo Alves – que foi publicado na página Um Marxista, em setembro de 2017.

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Nosso Demônio, A Companhia e O Ser

Três poemas que acá trago, deságuo seus mártires a fim de que subvertam suas diretrizes, leiam como eu inato.


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Flores negras

Malditas sejam essas essências
Benditos sejam esses espinhos
Que sozinhos eles te cortem
para que juntos te acordem
e te lembrem que a luz
só existe porque
a sua ausência lhe traduz

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