Daltro Augusto

Categoria: Poesias

Ao me ver em labirintos formados por mim mesmo onde as paredes são frutos do meu ego e os frutos do meu ego remeterem à minha psique, transformo cada passo em verso, transformo cada inspiração em alusão e ei de desconsertar-me na ordem poética.

Nosso Demônio, A Companhia e O Ser

Três poemas que acá trago, deságuo seus mártires a fim de que subvertam suas diretrizes, leiam como eu inato.


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Flores negras

Malditas sejam essas essências
Benditos sejam esses espinhos
Que sozinhos eles te cortem
para que juntos te acordem
e te lembrem que a luz
só existe porque
a sua ausência lhe traduz

Post fixado

Sobre o que é este blog

Se existe uma questão complexa é sobre o que é este blog. Posso responder com convicção de que este blog de nada trata, pois posso responder com convicção que a minha causa é nenhuma causa. É dever de todo indivíduo maduro organizar e perseverar sobre seus próprios princípios, ideais, sobre seus próprios interesses. E é sobre eu mesmo que dissertarei acá. Sobre as coisas como eu experiencio, sobre as coisas como eu interpreto. Até mesmo caso um dia vejam uma postagem que trate da interpretação de algum autor sobre determinada obra, sempre mantenham-se atentos: não existe ideia formulada que não contenha por trás uma interpretação, uma sequência inestimável de eventos, ações, toda uma série empírica de fatos. Na verdade, você estaria lendo uma interpretação sobre interpretação, e isso é aplicável exponencial e infinitamente a qualquer juízo de valor.

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